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Gazebo do Museu da Batata Doce ao pôr-do-sol, com luzes de festão acesas

Rogil · Aljezur · Algarve

Museu da
Batata Doce

Restaurante de autor, hotel de catorze quartos e casas para perder a noção do tempo.

Gazebo do jardim ao entardecer, com luzes acesas
Percebes da costa de Aljezur em travessa de grés

Desde 2013, em Rogil

Entre a serra e o Atlântico

A batata-doce de Aljezur deu nome a uma casa que é restaurante, hotel e abrigo.

Nasceu do território, da terra vermelha e do vento salgado, e cresceu para incluir uma mesa, catorze quartos e um punhado de casas onde ficar mais tempo.

A casa

Como isto tudo aconteceu

1997

Reportagem de revista com Paulo Sérgio a carregar uma caixa de batata-doce no campo, em Aljezur

A horta

Começou num canteiro atrás de casa

O Paulo Sérgio plantou as primeiras batatas-doces num talhão de terra vermelha atrás de casa, como o pai fazia e o avô antes dele. Era para comer em casa e dar aos vizinhos. Nos anos bons sobrava, e o que sobrava seguia para o mercado ao sábado, em cima de uma carrinha emprestada.

2005

Sacos de rede vermelha cheios de batata-doce de Aljezur, empilhados

As caixas

A colheita deixou de caber em casa

O talhão virou campo e o campo virou ofício. Passou a fornecer o Intermarché de Aljezur e as superfícies em redor: as caixas saíam de Rogil de madrugada e chegavam à prateleira sem nome nenhum. no festival, de Novembro a Janeiro, é que alguém parava para perguntar de onde aquilo vinha; nos outros dez meses, quem passava a caminho das praias não tinha sequer onde comprar um quilo.

2013

Interior do forno de lenha aceso, com as chamas ao lado e pizzas a cozer na pedra

A casa

Comprou a casa da estrada e acendeu o forno

Rogil é um ponto de passagem, foi essa a frase que o convenceu. Comprou uma casa velha à beira da nacional, com um forno de lenha que não ardia havia anos, e pôs-se a assar a própria batata-doce em vez de a mandar embora em caixas. Ao princípio era isso: batata assada, pão e café para quem parasse.

Hoje

Pizzas prontas a entrar no forno de lenha do restaurante

O restaurante

Já ninguém passa por Rogil sem parar

O forno nunca mais se apagou. À batata assada juntou-se a pastelaria, a doçaria de tabuleiro, as refeições do meio-dia e os jantares até tarde. Do canteiro atrás de casa ficou o essencial: a batata-doce continua a vir dos mesmos campos, a poucos quilómetros da porta.

Casa de aluguer com pátio
Banquete no jardim sob o gazebo
Quarto do hotel
Pequeno-almoço no jardim
Cerimónia de casamento ao ar livre
Prato da carta do restaurante
Quarto com vista do hotel
Serviço de cocktail no evento
Torta de batata-doce
Mesa posta no interior para um evento
Casa de aluguer com pátio
Banquete no jardim sob o gazebo
Quarto do hotel
Pequeno-almoço no jardim
Cerimónia de casamento ao ar livre
Prato da carta do restaurante
Quarto com vista do hotel
Serviço de cocktail no evento
Torta de batata-doce
Mesa posta no interior para um evento

Restaurante

Uma mesa enraizada no território

Batata-doce, hortaliça da horta e peixe da costa de Aljezur. Pequenos-almoços ao nascer do sol, jantares até tarde.

Ver a carta
Mesa no jardim ao entardecer, sob luzes de festão
Reportagem de revista sobre o Museu da Batata Doce

O hotel

Catorze quartos entre a serra e o mar

Quarto com janela ampla
01

Quartos com vista

Acordar virado a poente

Janelas largas onde o horizonte muda de cor todas as tardes.

Jardim e piscina do hotel
02

O jardim

Sombra fresca e água

Relva, oleandros em flor e uma piscina para as horas de calor.

Pequeno-almoço servido no jardim
03

O pequeno-almoço

Servido ao nascer do sol

Pão do dia, compotas da casa e batata-doce em todas as formas.

Ver o hotel

Casas

Para ficar mais tempo

Ver as casas